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Ex-superintendente do Iphan critica ação contra evento do MotoGP na Praça Cívica

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Ex-superintendente do Iphan critica ação contra evento do MotoGP na Praça Cívica

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) entrou com uma ação para impedir a realização de um evento ligado ao MotoGP na Praça Cívica, em Goiânia, alegando risco de danos aos prédios tombados em estilo Art Déco.


Allyson Cabral, ex-superintendente do Iphan em Goiás, contestou a medida, afirmando que outros eventos de grande porte, como a Marcha para Jesus e a Parada LGBT, já ocorreram no local sem restrições do órgão.


Cabral sugeriu que a ação pode ter motivação política, citando possível interferência do atual superintendente Gilvane Felipe, ligado ao Partido dos Trabalhadores, e afirmou que questões partidárias não devem influenciar análises técnicas.


Do ponto de vista técnico, o ex-superintendente afirmou que não há risco de danos irreversíveis ao patrimônio, apenas danos reversíveis que podem ser recuperados, e destacou que o governo estadual tem adotado medidas de proteção, como isolamento dos prédios e reforço na segurança.


Representantes do setor produtivo, como a presidente da Abrasel Goiás e artesãos participantes da feira Goiás Feito à Mão, defenderam a realização do evento, ressaltando a geração de empregos, a visibilidade para artesãos e a importância da ocupação contínua da Praça Cívica.


Cabral também destacou os investimentos recentes na recuperação da Praça Cívica, com cerca de R$ 19 milhões aplicados, e defendeu que o Iphan deveria atuar com cooperação para garantir a preservação e o uso do patrimônio.




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