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Operação “Cavalo de Tróia” investiga possível corrupção no sistema prisional de Criciúma

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Operação “Cavalo de Tróia” investiga possível corrupção no sistema prisional de Criciúma

O Gaeco do Ministério Público de Santa Catarina deflagrou a operação “Cavalo de Tróia” para apurar crimes relacionados à violação de sigilo funcional e corrupção ativa envolvendo um servidor contratado no sistema prisional de Criciúma.


Na manhã desta quinta-feira, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em uma unidade prisional e em endereços ligados ao servidor investigado, que teve a suspensão do exercício da função pública determinada. A investigação busca esclarecer o repasse de informações sensíveis e a oferta de vantagem indevida para a entrada de aparelhos celulares no sistema prisional catarinense.


Os materiais apreendidos durante as diligências serão encaminhados à Polícia Científica para exames e emissão de laudos periciais. O Gaeco analisará essas evidências para aprofundar a apuração, identificar outros envolvidos e investigar a possível existência de uma rede criminosa.


A operação recebeu o nome “Cavalo de Tróia” em referência à estratégia militar da Guerra de Troia, simbolizando a infiltração em um sistema protegido. A investigação tramita em sigilo, e novas informações poderão ser divulgadas quando houver publicidade dos autos.


O Gaeco do Ministério Público de Santa Catarina reúne diversas forças de segurança e tem como objetivo combater organizações criminosas no estado.




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