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Racismo cotidiano afeta saúde mental e física de milhares, alertam especialistas

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Racismo cotidiano afeta saúde mental e física de milhares, alertam especialistas

O racismo ultrapassa episódios explícitos e afeta a saúde mental de milhares de pessoas diariamente, muitas vezes de forma silenciosa. Casos envolvendo figuras públicas ganham repercussão, mas a maior parte das situações ocorre no cotidiano.


A psicóloga Laíse Brito, fundadora da Baobá Saúde, explica que os episódios de racismo permanecem na memória e influenciam o relacionamento com o ambiente, causando insegurança, irritabilidade, desmotivação e perda de interesse em atividades prazerosas.


Além dos impactos emocionais, o organismo reage ao estresse constante com sintomas como dor gástrica, insônia, sudorese, dores de cabeça e hipersonia, indicando adoecimento psíquico que requer ajuda especializada.


O racismo estrutural, caracterizado pela repetição de situações discriminatórias, intensifica o desgaste psicológico, especialmente em pessoas negras, indígenas e outros grupos racializados, ampliando as desigualdades e o impacto na saúde mental.


Práticas de autocuidado, como criar rotinas de bem-estar emocional e buscar momentos de prazer, são essenciais para reduzir o estresse acumulado. Atividades simples como leitura, escrita e hobbies ajudam a manter o equilíbrio emocional.


A terapia é indicada para compreender emoções, ressignificar vivências e desenvolver estratégias para enfrentar adversidades. Redes de apoio e convivência com pessoas que compartilham objetivos saudáveis fortalecem o cuidado e o bem-estar.




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