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Agostinho e a verdadeira liberdade: além do livre-arbítrio

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Agostinho e a verdadeira liberdade: além do livre-arbítrio

A liberdade é um tema amplamente exaltado atualmente, com diversas opções de escolhas disponíveis diariamente, mas Agostinho já alertava no século IV que essa multiplicidade pode levar à dispersão da alma e à escravidão a mecanismos externos como algoritmos e tendências.


Para Agostinho, o livre-arbítrio é a capacidade de decidir entre várias opções, inclusive contra si mesmo, enquanto a liberdade verdadeira é a capacidade de escolher o que realmente vale a pena, ou seja, o Bem supremo que realiza a vontade humana.


Ele compara a liberdade a um instrumento musical que só alcança sua plenitude quando produz harmonia, e não ruídos aleatórios, indicando que escolhas desordenadas não representam liberdade, mas dissonância.


No tratado "De libero arbítrio", Agostinho afirma que o livre-arbítrio é condição para a responsabilidade moral, mas que a vontade pode se afastar do bem comum e escolher bens inferiores, exercendo o livre-arbítrio sem alcançar a verdadeira liberdade.


O mal moral, Assim, a liberdade plena supõe a ordenação da vontade ao Bem imutável e a realização ética dessa potência.


A frase mais exigente de Agostinho é que somos verdadeiramente livres quando queremos o que Deus quer que queiramos, indicando que a verdadeira liberdade nasce quando a vontade se ordena a um Bem e deixa de ser refém de impulsos, cultura, algoritmos e medos.

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