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IFG conquista nona carta-patente com tecnologia que transforma resíduos orgânicos em biocombustível sólido

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IFG conquista nona carta-patente com tecnologia que transforma resíduos orgânicos em biocombustível sólido

A tecnologia registrada, denominada "Biocombustível sólido de biomassa oriunda de biodigestão aeróbia e respectivo processo de produção" (BR 102021026827-1), garante ao IFG direitos exclusivos de exploração por 20 anos.


Desenvolvida no Laboratório de Energia e Meio Ambiente do Câmpus Inhumas, a solução resulta de pesquisas do Grupo de Estudos em Energias Renováveis e Ambiente (Geera), com participação de especialistas das áreas de Química, Biologia e outras.


O processo utiliza biodigestão aeróbia controlada, onde resíduos alimentares triturados são combinados com materiais ricos em carbono e submetidos à ação de microrganismos aeróbios por cerca de 14 dias, produzindo um biocomposto estabilizado com propriedades físicas semelhantes ao húmus.


Ensaios laboratoriais indicaram que o biocombustível apresenta poder calorífico entre 15,46 e 17,47 MJ/kg, comparável a biomassas industriais como casca de coco e casca de arroz, além de baixo teor de enxofre, inferior a 0,2%, reduzindo poluentes atmosféricos.


A tecnologia inclui a peletização do biocomposto com gorduras animais que atuam como aglutinantes, formando pellets resistentes para uso em sistemas industriais de geração de energia térmica e potencial conversão em energia elétrica.


A pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação do IFG destacou o alto potencial de transferência tecnológica da patente, que promove valorização energética dos resíduos, redução do volume de lixo orgânico em aterros e diminuição da emissão de metano.




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