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Poder de compra do salário mínimo em Goiânia se aproxima do nível pré-pandemia em 2026

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Poder de compra do salário mínimo em Goiânia se aproxima do nível pré-pandemia em 2026

O reajuste de 6,79% no salário mínimo no início de 2026 não foi suficiente para recuperar totalmente o poder de compra do trabalhador brasileiro em várias capitais, mas em Goiânia o cenário é relativamente mais favorável.


Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) indicam que, em janeiro de 2026, um salário mínimo na capital goiana compra cerca de 2,20 cestas básicas, com cada cesta custando R$ 735,94. Em janeiro de 2020, o poder de compra era de aproximadamente 2,28 cestas básicas.


Comparativamente, em São Paulo o poder de compra do salário mínimo caiu de 2,0 cestas básicas no período pré-pandemia para 1,89 cestas em janeiro de 2026, com a cesta básica custando R$ 854,37.


Apesar da recuperação recente, o poder de compra atual em Goiânia ainda está 10,45% abaixo da média registrada entre 2010 e 2019, que era de 2,43 cestas básicas por salário mínimo.


A inflação persistente, especialmente nos preços dos alimentos, impacta o custo de vida. Em Goiânia, a inflação acumulada dos alimentos e bebidas foi de aproximadamente 58% entre janeiro de 2020 e janeiro de 2026, com 40,3% no período pandêmico e 11,7% de 2023 a 2026.


Fatores estruturais, como a dependência do Brasil de insumos importados para a agricultura, a política de preços da Petrobras e o orçamento reduzido da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que caiu 97,5% em 2020, contribuem para a pressão sobre os preços dos alimentos.




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