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Afastados 78 adolescentes de trabalho infantil em Criciúma

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Afastados 78 adolescentes de trabalho infantil em Criciúma

Uma operação do Grupo Especial Móvel de Fiscalização do Trabalho Infantil afastou 78 adolescentes em Criciúma, Santa Catarina, que estavam em situações perigosas de trabalho. Os jovens tinham entre 14 e 17 anos e atuavam principalmente nos setores têxtil e frigoríficos, realizando atividades proibidas pela legislação.


Os adolescentes trabalhavam em condições previstas na Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil da Organização Internacional do Trabalho. Entre as situações encontradas estavam o contato com sangue, ossos e pele de animais, transporte manual de cargas de até 30 kg, operação de máquinas industriais, trabalho em câmaras frias e exposição a níveis de ruído acima dos limites legais.


Para os adolescentes com 16 anos ou mais, os empregadores foram notificados a mudar imediatamente as funções para atividades permitidas ou rescindir os contratos quando não for possível a adaptação. Empresas ainda não fiscalizadas receberão um aviso com orientações sobre atividades proibidas para menores de 18 anos.


O Ministério do Trabalho e Emprego oferece um canal exclusivo para denúncias de trabalho infantil, o Sistema Ipê Trabalho Infantil, que pode ser acessado pelo telefone disque 100. A iniciativa reforça o combate às piores formas de exploração do trabalho infantil na região.


Denúncias podem ser feitas pelo canal exclusivo do Ministério do Trabalho para ajudar a proteger os direitos dos adolescentes no mercado de trabalho.




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