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Melhoramento genético do gado une tradição e tecnologia em Goiás

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Melhoramento genético do gado une tradição e tecnologia em Goiás

O melhoramento genético do gado no Brasil tem raízes antigas, iniciando-se pela observação do fenótipo, ou características visíveis dos animais, com foco inicial no vigor para trabalho. Na Inglaterra medieval, fazendeiros começaram a medir filhotes e registrar genealogias, prática que chegou ao Brasil com o gado taurino no Rio Grande do Sul, Caracu em São Paulo e Zebu em Minas Gerais entre 1906 e 1918.


Na década de 1950, o processo evoluiu para provas de ganho de peso, onde animais eram submetidos a condições iguais para medir desempenho, seguido pelo controle de desenvolvimento ponderal e coleta de dados para aprimorar a seleção genética.


O Zebu, originário da Índia, é a raça predominante no Brasil, representando cerca de 90% do rebanho comercial, especialmente a raça nelore, que se destaca pela adaptação ao clima tropical, tamanho médio, fertilidade, rusticidade e baixa necessidade de cuidados no nascimento dos bezerros.


O melhoramento genético envolve fatores genéticos, fenotípicos e ambientais, sendo essencial garantir boa alimentação, saúde e manejo para que os animais atinjam seu potencial. A seleção dos melhores exemplares para reprodução é o ponto de partida do processo.


A inseminação artificial é uma técnica utilizada para introduzir características desejadas no rebanho, permitindo a compra de sêmen de animais selecionados para reprodução. A ultrassonografia, adaptada da medicina humana, é usada para medir gordura subcutânea, marmoreio e musculosidade, auxiliando na avaliação genética dos animais.




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