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Laudo aponta lesões por pressão digital e unha em policial militar

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Laudo aponta lesões por pressão digital e unha em policial militar

O laudo necroscópico após a exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana revelou lesões contundentes na face e no pescoço causadas por pressão digital e escoriação compatível com unha. A morte foi confirmada como resultado de traumatismo cranioencefálico grave por disparo de arma de fogo.


O Instituto Médico Legal realizou a exumação e constatou lesões na região cervical e facial da vítima, identificadas como pressão digital e estigma ungueal, que indica escoriação provocada por unha. O documento foi emitido um dia após a exumação do corpo da policial.


Em laudo anterior, feito no dia seguinte à morte, já havia menção a lesões similares na lateral direita do pescoço, descritas como estigmas digitais e estigma ungueal em formato meia-lua. Ambos os laudos confirmam que o óbito decorreu de traumatismo craniano causado por disparo de arma de fogo.


A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que aguarda os laudos da reconstituição e da exumação do corpo para prosseguir com as investigações. Detalhes do caso permanecem sob sigilo judicial.


A policial foi encontrada com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido, que comunicou o caso às autoridades classificando-o inicialmente como suicídio. As investigações seguem sob sigilo, com autoridades aguardando novos laudos para esclarecer todos os detalhes do caso.




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