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Estudo da USP revela que crianças podem espalhar resfriado mesmo sem sintomas

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Estudo da USP revela que crianças podem espalhar resfriado mesmo sem sintomas

Pesquisa mostra que o rinovírus, causador do resfriado comum, pode permanecer ativo nas amígdalas das crianças, permitindo a transmissão mesmo após o desaparecimento dos sintomas. O rinovírus, principal agente do resfriado comum, pode permanecer no organismo das crianças por longos períodos, alojado nas amígdalas e infectando linfócitos sem destruí-los. Essa permanência silenciosa permite que o vírus aguarde condições favoráveis para se manifestar novamente, o que explica a constante circulação do vírus em ambientes escolares.


A presença contínua do rinovírus nas amígdalas pode manter a memória imunológica ativa, mas também está associada a efeitos colaterais como inflamações persistentes, impacto em diagnósticos laboratoriais, risco de crises de asma, chiado no peito e quadros de otite. Crianças aparentemente saudáveis podem, portanto, transmitir o vírus, aumentando a propagação nas escolas.


Para crianças com imunidade mais baixa, há risco de reativação do vírus já instalado no organismo, o que reforça a necessidade de atenção mesmo na ausência de sintomas evidentes. A pesquisa indica que o controle do resfriado infantil deve considerar a possibilidade de transmissão por crianças assintomáticas, o que pode influenciar estratégias de prevenção em ambientes escolares.




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