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Suspensão das importações de cacau da Costa do Marfim não deve impactar preço do chocolate na Páscoa

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Suspensão das importações de cacau da Costa do Marfim não deve impactar preço do chocolate na Páscoa

A suspensão temporária das importações de amêndoas de cacau da República da Costa do Marfim foi anunciada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária após articulação do Governo da Bahia, motivada por risco fitossanitário e atendendo demandas de produtores baianos que enfrentam queda no preço do produto.


Especialistas afirmam que os chocolates comercializados durante o período pascal foram produzidos com matéria-prima adquirida meses antes, o que evita impacto imediato nos preços.


O chocolateiro Paulo Gonçalves explicou que a queda do preço do cacau começou em novembro, mas os produtos são comprados com antecedência de seis meses, ainda com preços altos do cacau, o que impede aumento nos preços do chocolate.


O economista Antonio Carvalho destacou que os preços dos ovos de Páscoa e chocolates são fixados e que aumentar ainda mais os preços poderia gerar rejeição dos consumidores e encalhe dos produtos.


Cleber Isaac, coordenador de comunicação do SOS Cacau Brasil, afirmou que o preço do cacau representa apenas 3% do valor de uma barra de chocolate e que o preço do cacau está estável desde 2015, em torno de R$ 150 a arroba.


A suspensão das importações visa evitar riscos fitossanitários causados pela mistura de amêndoas de países vizinhos na carga marfinense e foi resultado de articulação entre Governo da Bahia, Governo Federal, setor produtivo e órgãos estratégicos.




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