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Museu Nacional de Beirute reúne 100 mil artefatos arqueológicos do Oriente Médio

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Museu Nacional de Beirute reúne 100 mil artefatos arqueológicos do Oriente Médio

Inaugurado em 1942 e restaurado após a guerra civil libanesa, o museu reúne artefatos de cidades históricas como Biblos, Tiro, Sidon e Baalbek, apresentando a história do território desde a Pré-história até o período medieval.


Entre as peças mais importantes está o sarcófago do rei Ahiram, do século X a.C., descoberto em Biblos, com inscrição em alfabeto fenício, um dos registros mais antigos desse sistema de escrita que influenciou os alfabetos grego e latino.


A estela de Ramsés II, datada do século XIII a.C. e encontrada em Tiro, registra campanhas militares egípcias e demonstra a integração do território libanês às rotas comerciais e diplomáticas do Mediterrâneo oriental.


Os sarcófagos antropoides de Sidon, esculpidos em mármore branco entre os séculos V e IV a.C., refletem a influência egípcia na arte funerária fenícia, combinando técnicas egípcias com traços locais.


e proveniente de Tiro, apresenta cenas da guerra de Troia, evidenciando a difusão da mitologia grega no Mediterrâneo durante o Império Romano.


Outras peças destacadas incluem a tribuna do santuário de Eshmun, com influência helenística, os tronos rituais de Astarte, mosaicos romanos de Biblos e Baalbek, e a estátua romana de Afrodite encontrada em Baalbek.




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