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Brasil condena ataques dos EUA e Israel ao Irã e pede fim das hostilidades

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Brasil condena ataques dos EUA e Israel ao Irã e pede fim das hostilidades

O Brasil condenou os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e expressou profunda preocupação com a escalada de violência na região do Golfo. O Itamaraty apelou pela interrupção das ações militares e repudiou ataques contra áreas civis e atos retaliatórios.


O governo brasileiro lamentou a perda de vidas decorrentes dos ataques e prestou solidariedade às famílias das vítimas, além dos países que sofreram ataques do Irã. O apelo do Brasil reforça a necessidade de cessar as hostilidades para evitar uma crise ainda maior na região.


Diversos líderes internacionais também reagiram à situação. O Papa Leão XIV pediu paz e o retorno da diplomacia para evitar que a violência se torne irreparável. A China exigiu o fim das ações militares e defendeu o respeito à soberania e integridade do Irã, enquanto o presidente da Rússia classificou os ataques como uma violação das normas morais e do direito internacional.


Outros países envolvidos na crise manifestaram suas posições. A França alertou para as graves consequências da guerra para a paz e a segurança globais. Arábia Saudita e Catar, alvos de ataques iranianos, consideraram as ações uma violação à soberania e indicaram que podem tomar medidas em defesa da segurança. A União Africana destacou o risco de impacto nos mercados de energia, na segurança alimentar e na estabilidade econômica.


Em contraste, o presidente argentino elogiou os ataques e classificou o líder supremo do Irã como uma das pessoas mais malignas e cruéis da história, demonstrando apoio à ação militar contra o país. A situação na região do Golfo continua tensa, com apelos internacionais para o fim das hostilidades e busca por soluções diplomáticas.




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