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Ministro Gilmar Mendes proíbe reprogramação financeira para pagamento de penduricalhos

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Ministro Gilmar Mendes proíbe reprogramação financeira para pagamento de penduricalhos

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, proibiu que o Ministério Público e tribunais realizem reprogramações financeiras para acelerar o pagamento de penduricalhos. A decisão reforça a suspensão dos benefícios que ultrapassam o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil.


A decisão foi tomada nesta sexta-feira, 27, reiterando medida anterior do último dia 24 que proíbe o pagamento dos penduricalhos concedidos a servidores do Ministério Público e dos tribunais. Esses benefícios, somados aos salários, ultrapassam o teto constitucional de remuneração.


O ministro determinou que não seja permitida a reprogramação financeira com o objetivo de concentrar, acelerar ou ampliar os desembolsos relacionados a esses benefícios. Também está vedada a inclusão de novas parcelas ou beneficiários que não estavam no planejamento original.


Além disso, Gilmar Mendes exigiu que o Conselho Nacional de Justiça, o Conselho Nacional do Ministério Público e o Ministério Público do Rio de Janeiro prestem esclarecimentos em até 48 horas sobre o cumprimento da decisão que suspendeu o pagamento dos penduricalhos.


As instituições envolvidas devem enviar os esclarecimentos solicitados para garantir o cumprimento da decisão do Supremo Tribunal Federal.




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