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Padrasto de criança morta por maus-tratos terá júri popular em Florianópolis

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Padrasto de criança morta por maus-tratos terá júri popular em Florianópolis

O padrasto do menino de quatro anos, morto após maus-tratos, será julgado pelo Tribunal do Júri em Florianópolis. Ele é réu por homicídio qualificado e tortura. O caso ocorreu em agosto de 2025. O homem é acusado de homicídio qualificado, com agravantes pelo uso de meio cruel, pela vítima ser menor de 14 anos, pela vulnerabilidade da criança e pelo fato de ser padrasto. Ele também responde por quatro crimes de tortura, todos com agravantes.


Na decisão, o Tribunal de Justiça citou mensagens enviadas pelo réu ao ChatGPT, nas quais ele questionava o comportamento da criança autista, demonstrando interesse em melhorar a relação com o menino. A criança, que não se comunicava verbalmente, era considerada incapaz de compreender os fatos e de se defender, devido à sua idade e condição.


A mãe da criança também é ré por homicídio qualificado e tortura, acusada de coautoria por omissão. Ela teria se omitido conscientemente em sua responsabilidade, contribuindo para o crime. A defesa da mulher tentou contestar a decisão, mas os embargos de declaração foram rejeitados pelo Tribunal de Justiça.


A criança faleceu em 17 de agosto de 2025, após ser encontrada desacordada e em parada cardiorrespiratória em um hospital de Florianópolis. Laudos indicaram que ela sofria agressões há pelo menos três meses, com internação anterior em maio por lesões compatíveis com maus-tratos. O padrasto alegou que as lesões foram causadas por queda da cama.


A prisão preventiva do padrasto foi mantida para garantir a ordem pública, dada a gravidade dos crimes. O Tribunal de Justiça aguarda manifestação do Ministério Público sobre as qualificadoras para definir a manutenção das acusações.




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