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Casos de síndrome respiratória grave seguem em queda no país

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Casos de síndrome respiratória grave seguem em queda no país

O número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) apresentou tendência de queda em grande parte do Brasil entre 26 de julho e 1º de agosto. Apesar disso, 14 estados permanecem em níveis de alerta, risco ou alto risco devido à incidência da doença.


Os estados com incidência em níveis de alerta, risco ou alto risco são Acre, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e Sergipe. Os casos graves por influenza B continuam aumentando em alguns estados do Centro-Sul, mas já mostram sinais de desaceleração no Rio de Janeiro e Santa Catarina, além de manutenção da queda em Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo.


Os casos associados ao vírus sincicial respiratório (VSR) seguem altos em Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo, Santa Catarina, Sergipe e Rio Grande do Sul. Apesar da queda nas hospitalizações pelo VSR, esses casos graves ainda permanecem elevados em boa parte dessas regiões, o que tem influenciado a redução das hospitalizações por SRAG na maioria dos estados.


Em relação à covid-19, há um leve aumento de casos graves no Maranhão e no Amazonas, embora os registros semanais ainda estejam em patamar baixo. O período de sazonalidade da influenza A já terminou em grande parte do país, mas o número de infecções graves pelo vírus continua alto em Minas Gerais e Roraima.


Para prevenção, recomenda-se o uso de máscaras em postos de saúde, evitar contato com pessoas sintomáticas e manter as mãos limpas. Quem apresentar sintomas gripais deve permanecer em isolamento domiciliar para evitar a transmissão, e caso não seja possível, deve usar máscara ao sair de casa. Também é fundamental manter a vacinação em dia contra influenza, covid-19 e vírus sincicial respiratório.


Manter os cuidados e a vacinação em dia é essencial para controlar a síndrome respiratória aguda grave e proteger a saúde da população.




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