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Casos de síndrome respiratória aguda grave em queda no Brasil

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Casos de síndrome respiratória aguda grave em queda no Brasil

Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no Brasil estão em queda, impulsionados pela redução das hospitalizações por vírus sincicial respiratório e influenzas A e B. Apenas Maranhão, Rio Grande do Sul e Santa Catarina apresentam incidência em nível de alerta ou risco, com casos concentrados principalmente em crianças pequenas.


O cenário atual é semelhante ao da semana passada, com muitos estados atingindo níveis de segurança ou baixo risco, como Alagoas, Ceará, Pará e São Paulo. No Maranhão, há um pequeno aumento de casos entre idosos, possivelmente associado à covid-19. A queda geral dos casos está relacionada ao fim da época dos vírus sazonais, que incluem influenza e vírus sincicial respiratório.


A incidência da síndrome é maior em crianças de até 2 anos, enquanto a mortalidade impacta mais a população a partir de 65 anos. A vacina é destacada como a principal forma de prevenção contra casos graves e óbitos. Além disso, é recomendado que pessoas com sintomas respiratórios fiquem em casa e utilizem máscara, independentemente da região do país.


Em 2026, foram notificados quase 126 mil casos de síndrome respiratória aguda grave no Brasil. O coordenador do InfoGripe reforça a importância de manter cuidados básicos para evitar a disseminação das doenças respiratórias, mesmo em locais com menor risco.


Manter a vacinação e os cuidados básicos continua essencial para controlar a síndrome respiratória aguda grave no país.




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