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Descoberta do césio-137 em prédio abandonado em Goiânia

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Descoberta do césio-137 em prédio abandonado em Goiânia

Há quase 40 anos, dois catadores de lixo encontraram um equipamento de radioterapia abandonado no Instituto Goiano de Radioterapia, no centro de Goiânia. Eles removeram o lacre da cápsula e descobriram um pó que emitia um brilho azul no escuro, identificado como césio-137, um material radioativo.


No dia 13 de setembro de 1987, Wagner Mota Pereira e Roberto Santos Alves entraram no prédio abandonado e em ruínas do Instituto Goiano de Radioterapia (IGR). Durante a busca, encontraram um equipamento de radioterapia que havia sido deixado para trás e decidiram levá-lo para a casa de um deles.


Ao removerem o lacre da cápsula do equipamento, os catadores encontraram um pó com aparência semelhante a sal de cozinha, que emitia um intenso brilho azul no escuro. Esse material foi identificado como césio-137, um elemento radioativo usado em tratamentos médicos.


A descoberta do césio-137 no prédio abandonado marcou o início de um grave acidente radioativo em Goiânia, que mobilizou autoridades e equipes especializadas para conter a contaminação e minimizar os riscos à população local.


O episódio é lembrado como um dos maiores acidentes radiológicos do Brasil, com impactos duradouros na segurança e saúde pública.




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