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Petróleo chega a valor mais alto em um mês com retomada da guerra

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Petróleo chega a valor mais alto em um mês com retomada da guerra

<p>Os preços do petróleo subiram nesta terça-feira (14) e bateram o maior valor em um mês, após a retomada das agressões militares entre Estados Unidos e Irã. <img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /></p> <p><strong>Os dois principais…


<p>Os preços do petróleo subiram nesta terça-feira (14) e bateram o maior valor em um mês, após a retomada das agressões militares entre Estados Unidos e Irã. <img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /></p> <p><strong>Os dois principais indicadores, Brent e WTI, estiveram acima dos US$ 80, por barril, na maior parte da manhã desta terça.


</strong></p> <p>O professor de Geopolítica da PUC-Paraná, João Nyegray, explica que a guerra tem se mostrado impopular nos EUA, onde os preços da gasolina têm subido e as eleições legislativas de novembro se aproximam. </p> <blockquote> <p>"O Irã sabe que não pode competir simetricamente com o poder naval e aéreo dos Estados Unidos, e sua vantagem está na geografia.


Ormuz é uma passagem estreita, vulnerável a mísseis costeiros, drones, minas. Teerã pode, sim, gerar efeitos econômicos globais com recursos militares relativamente menores. A lógica iraniana parece ser: aumentar o custo da guerra para Washington, por vários canais. Elevar o preço do petróleo e, consequentemente, da gasolina, nos Estados Unidos.


As informações seguem em atualização, com monitoramento de novos comunicados oficiais e possíveis impactos humanitários e diplomáticos.




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