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Juros futuros fecham em queda na B3 com recuo nos contratos intermediários e longos

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Juros futuros fecham em queda na B3 com recuo nos contratos intermediários e longos

Os contratos futuros de juros na B3 registraram queda de cerca de 10 pontos-base nos vencimentos intermediários e longos. A ponta curta também recuou, chegando a ficar abaixo de 14% em alguns momentos do pregão.


No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 caiu de 14,043% para 14%. O DI para janeiro de 2029 recuou de 14,398% para a mínima intradiária de 14,25%, enquanto o DI para janeiro de 2031 saiu de 14,51% para 14,385%.


As declarações do secretário do Tesouro Nacional, Ceron, contribuíram para a descompressão principalmente nos vértices intermediários e longos da curva de juros. Ele afirmou que o Tesouro está preparado para atuar no mercado, se necessário, para preservar a liquidez e que, caso seja preciso recomprar títulos públicos atrelados à inflação (NTN-B) com força, o órgão está pronto para agir.


Além disso, o mercado também reagiu ao resultado da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) do IBGE, que mostrou queda de 0,2% na atividade industrial entre abril e maio, com ajuste sazonal, contrariando a expectativa de alta de 0,2%.


Apesar da queda das taxas nesta sexta-feira, a curva a termo ganhou inclinação ao longo da semana. No fim do pregão, a precificação indicava 72% de chance de corte de 0,25 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), contra 28% de probabilidade de manutenção da taxa Selic.




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