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Limitacao de outros exportadores tende a fortalecer competitividade da carne brasileira

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Limitacao de outros exportadores tende a fortalecer competitividade da carne brasileira

A progressão das exportações para Pequim vem sendo observada desde o começo do ano, com o pico ocorrendo em maio, mês em que o Brasil embarcou 157,6 mil toneladas da proteína ao gigante asiático, aumento de 14,25% na comparação com o mesmo período de 2025. O Brasil segue como o principal fornecedor, com 55% de participação deste montante.


A analista Beatriz Bianchi, da consultoria Datagro, pontua que a China mantém grande dependência da carne nacional, mas a cota imposta traz ao mercado intensa dose de incerteza e volatilidade.


O primeiro deles é o redirecionamento da carne bovina para mercados alternativos, que é a estratégia taticamente viável e um caminho mais imediato adotado pelas indústrias.


"O mercado chinês absorve grandes volumes e tem um bom aproveitamento industrial da carcaça bovina, levando boa parte do dianteiro [do boi]", contextualiza.




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