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Pagode da Tia Doca é reconhecido como patrimônio imaterial do Rio após receber Medalha Pedro Ernesto

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Pagode da Tia Doca é reconhecido como patrimônio imaterial do Rio após receber Medalha Pedro Ernesto

A Câmara do Rio derrubou em sessão plenária realizada na última quinta-feira (18), o veto da Prefeitura ao projeto de lei que reconhece o Pagode da Tia Doca como patrimônio histórico e cultural de natureza imaterial da cidade. O texto segue para promulgação do presidente da Casa, Carlo Caiado (PSD).


A proposta é de autoria do vereador Leonel de Esquerda (PT), que no início deste mês homenageou o espaço com a Medalha Pedro Ernesto, principal honraria do município. Uma das principais referências históricas da Portela, Tia Doca faleceu em 2009.


Desde então, o centro cultural que leva seu nome vem sendo administrado pelo filho Jalmir Araújo Costa, conhecido como Nem da Tia Doca. Mulher preta que marcou a história do samba, a portelense trabalhou como tecelã e empregada doméstica para criar os três filhos.


Localizado em Madureira, o estabelecimento foi fundado na década de 1970 e, desde então, mantém viva a tradição das rodas de samba, consolidando-se como ponto de encontro de gerações de artistas e admiradores do gênero.




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