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Brasil e Quênia defendem parcerias com China em meio a críticas do G7

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Brasil e Quênia defendem parcerias com China em meio a críticas do G7

<p><p style="text-align: center;"><a class="" href=" <img src=" alt="Logo " style="height: 54px;"> </a></p><strong>Chamados para participar da cúpula do G7 como convidados, o Brasil e o Quênia saíram em defesa das parcerias que países não desenvolvidos firmam com a China, em meio às críticas dos líderes das potências…


<p><p style="text-align: center;"><a class="" href=" <img src=" alt="Logo " style="height: 54px;"> </a></p><strong>Chamados para participar da cúpula do G7 como convidados, o Brasil e o Quênia saíram em defesa das parcerias que países não desenvolvidos firmam com a China, em meio às críticas dos líderes das potências ocidentais contra Pequim. </strong><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /></p> <p><a href=" target="_blank">Um dos documentos</a> do encontro aponta que a economia do gigante asiático estaria "desequilibrando" a economia internacional, prejudicando, além da Europa, os Estados Unidos (EUA).


</p> <p><h3>Notícias relacionadas: </h3><ul><li><a href=" se aproxima da presidência do Peru e Sánchez convoca protesto. </a></li><li><a href=" de Ormuz terá gestão definida por Irã, Omã e países do Golfo.


</a></li><li><a href=" em Cuba não é capitalismo, mas tentativa de burlar bloqueio. </a></li></ul><strong>Em reunião com os presidentes do G7 na França, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e do Quênia, William Samoei Ruto, defenderam que as parcerias com a China são de interesses dos países latino-americanos e africanos, uma vez que Pequim tem oferecido acordos tidos como vantajosos do ponto de vista econômico.


</strong></p> <p><strong>O presidente Lula afirmou aos líderes do G7 que aquilo que eles veem como uma ameaça, que é a economia chinesa, os países não desenvolvidos veem como uma oportunidade. </strong></p> <p>Lula argumentou que, atualmente, quem mais faz investimentos na África, e na América Latina são os chineses, enquanto os europeus e os norte-americanos não têm aparecido tanto para competir com Pequim.


O cenário político ainda depende de novas etapas oficiais e de manifestações das autoridades responsáveis pelo processo.




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