Ato em SP pede manutenção de norma sobre aborto em casos de estupro
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Ato em SP pede manutenção de norma sobre aborto em casos de estupro

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Ato em SP pede manutenção de norma sobre aborto em casos de estupro

<p><p style="text-align: center;"><a class="" href=" <img src=" alt="Logo " style="height: 54px;"> </a></p><strong>Um ato realizado na noite desta terça-feira (9) na Avenida Paulista, em São Paulo, protestou contra um projeto <a href=" na semana passada pelo plenário do Senado Federal</a> que suspendeu a validade da R…


<p><p style="text-align: center;"><a class="" href=" <img src=" alt="Logo " style="height: 54px;"> </a></p><strong>Um ato realizado na noite desta terça-feira (9) na Avenida Paulista, em São Paulo, protestou contra um projeto <a href=" na semana passada pelo plenário do Senado Federal</a> que suspendeu a validade da Resolução no 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). </strong><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /></p> <p><strong>A medida orientava o atendimento humanizado de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e da garantia de seus direitos, entre eles, o aborto legal quando a gravidez é decorrente de estupro.


</strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas: </h3><ul><li><a href=" anula norma sobre aborto legal em crianças vítimas de estupro. </a></li><li><a href=" de SP perde recurso e deve retomar serviço de aborto legal.


</a></li></ul>A manifestação teve início por volta das 18h em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) e saiu em caminhada pela Avenida Paulista até a Praça do Ciclista. </p> <blockquote> <p>"A resolução [do Conanda] não cria nenhum novo direito, mas reorganiza o fluxo de acesso ao aborto legal para crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e que, devido a isso, engravidaram", explicou Dafne Sena, integrante da Frente Estadual pela Legalização do Aborto.


</p> </blockquote> <p>A norma que foi anulada havia sido aprovada pelo Conanda em dezembro de 2024 e regulava os procedimentos já previstos no ordenamento jurídico brasileiro para casos específicos, como gravidez resultante de estupro. </p> <p>"A Resolução 258 do Conanda evitava a revitimização, ou seja, evitava que, durante o processo de busca ao aborto legal, essa criança passasse por outros tipos de violência.


As informações permanecem em atualização, com orientação para acompanhar comunicados oficiais sobre a situação.




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