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Goiás monitora avanço do El Niño diante de risco de seca, calor e queimadas

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Goiás monitora avanço do El Niño diante de risco de seca, calor e queimadas

O El Niño está associado ao aquecimento anômalo das águas do Oceano Pacífico Equatorial, provocado pelo enfraquecimento dos ventos alísios. Essa alteração interfere na circulação atmosférica e modifica os padrões de chuva e temperatura em várias regiões do planeta.


No Sudeste Asiático, na Austrália, no sul da África e em áreas do Norte e Nordeste do Brasil, o fenômeno costuma favorecer períodos mais secos. Já no Sul do Brasil, o El Niño tende a aumentar o volume de chuvas, elevando o risco de enchentes.


Em 2015, o fenômeno contribuiu para uma seca histórica na Amazônia, enquanto o Sul registrou chuvas intensas e alagamentos. Em 2023, o padrão voltou a se repetir, com crise hídrica nos rios Negro e Madeira, além de eventos extremos no Rio Grande do Sul.


Amorim reforçou, no entanto, que a conscientização da população é essencial para reduzir os impactos do período seco.




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