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Nas profundezas das cavernas de Goiás, pesquisadores goianos descobrem espécies inéditas para a ciência

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Nas profundezas das cavernas de Goiás, pesquisadores goianos descobrem espécies inéditas para a ciência

Quem entra em uma caverna costuma olhar para cima, impressionado com as esculturas que a água e o tempo levaram milhares de anos para desenhar nas rochas. Mas é no chão, no ar e nas superfícies invisíveis a olho nu que se esconde o verdadeiro tesouro biológico desses ambientes.


Longe dos olhares dos turistas curiosos, pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG) estão mapeando um universo microscópico fascinante: o dos fungos subterrâneos. Esse ecossistema oculto é o foco de um estudo coordenado pelo professor Jadson Bezerra, do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP/UFG).


A pesquisa, publicada recentemente na revista científica IMA Fungus, revelou uma impressionante diversidade de fungos no Cerrado goiano, incluindo espécies totalmente desconhecidas pela ciência.


"Sabíamos que havia uma riqueza muito grande de fungos nas cavernas, mas quase não existiam estudos sobre isso. O Cerrado concentra o maior número de cavernas do Brasil e, ainda assim, tínhamos poucas informações sobre os fungos presentes nesses locais", conta Bezerra.




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