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Reajuste máximo de planos individuais é de 5, 11%

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Reajuste máximo de planos individuais é de 5, 11%

A Agência Nacional de Saúde Suplementar autorizou um reajuste máximo de 5, 11% para os planos de saúde individuais e familiares em 2026. Esse é o menor índice autorizado desde o ano 2000, refletindo uma redução significativa em relação aos anos anteriores.


Os planos individuais são aqueles contratados diretamente pelas pessoas e seus dependentes com as operadoras, diferentemente dos planos empresariais e coletivos, que são negociados por pessoas jurídicas. Atualmente, cerca de 7, 7 milhões de brasileiros possuem planos individuais, representando 14, 5% do total de consumidores de planos de saúde no país.


O reajuste máximo de 5, 11% para 2026 é inferior ao índice de inflação acumulada dos últimos 12 meses, que foi de 4, 64%, A ANS justifica que o cálculo do reajuste considera não apenas a inflação geral, mas também a frequência de uso dos serviços de saúde e a variação das despesas assistenciais dos planos.


A metodologia utilizada pela ANS combina dois índices: o Índice de Valor das Despesas Assistenciais (IVDA), que representa 80% do cálculo e reflete os custos das operadoras, e o IPCA, que tem peso de 20%. Além do reajuste anual, os planos também podem sofrer aumento por variação de faixa etária, aplicado em idades específicas, como aos 59 anos.


O reajuste vale para contratos firmados a partir de 1º de janeiro de 1999 e deve ser aplicado no mês de aniversário do contrato. Para contratos com aniversário em maio e junho, a cobrança poderá começar em julho ou, no máximo, em agosto, com retroatividade ao mês de aniversário.


O reajuste foi aprovado após validação pelo Ministério da Fazenda e será publicado no Diário Oficial da União para aplicação oficial.




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