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Reajuste dos planos de saúde coletivos tem alta média de 9,9% em 2026

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Reajuste dos planos de saúde coletivos tem alta média de 9,9% em 2026

Os planos de saúde coletivos tiveram reajuste anual médio de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026, o menor índice em cinco anos. Apesar da redução, o aumento ainda é mais que o dobro da inflação oficial medida pelo IPCA, que ficou em 3,81% no mesmo período.


Os reajustes praticados pelas operadoras nos planos coletivos, contratados por empresas, empresários individuais e associações de classe, foram divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. A última vez que o reajuste médio foi inferior ao registrado em 2026 ocorreu em 2021, quando a alta foi de 6,43%. Naquele ano, a pandemia de covid-19 reduziu a realização de consultas, exames e cirurgias eletivas, impactando os custos do setor.


No comparativo dos reajustes dos últimos anos, os percentuais variaram entre 6,43% em 2021 e 15,74% em 2016. Em 2026, o reajuste médio de 9,9% representa uma queda em relação aos anos anteriores, mas permanece acima da inflação oficial. A ANS esclarece que o cálculo do reajuste considera mudanças nos preços dos produtos e serviços de saúde e na frequência de utilização desses serviços, justificando a diferença em relação à inflação.


Os planos coletivos com 30 ou mais beneficiários tiveram aumento médio de 8,71%, enquanto os com até 29 clientes apresentaram reajuste de 13,48%. Diferentemente dos planos individuais ou familiares, cujos reajustes são determinados pela ANS, os reajustes dos planos coletivos são negociados entre a pessoa jurídica contratante e a operadora ou administradora do plano.


O setor de saúde suplementar segue monitorando os reajustes para equilibrar custos e acesso aos serviços oferecidos aos beneficiários.




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