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Rosy Cardoso reflete sobre a influência e memórias da mãe em sua infância

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Rosy Cardoso reflete sobre a influência e memórias da mãe em sua infância

Rosy Cardoso recorda a sabedoria silenciosa da mãe, que acreditava na força da terra e na natureza, expressa na frase repetida: “Na terra, tudo, plantando, dá”. A mãe tinha uma relação íntima com os elementos naturais, interpretando sinais da lua para prever chuvas.


A autora destaca que os gestos e olhares da mãe transmitiam ensinamentos mais eficazes que palavras, reforçando a ideia de que a educação é composta majoritariamente pelo exemplo. A convivência com a mãe foi marcada por uma sensibilidade que moldou sua visão do mundo.


As memórias de infância incluem brincadeiras, o primeiro sutiã rendado e branco, e a relação com vizinhos e animais no quintal. Rosy menciona a disciplina silenciosa da mãe, que usava olhares e gestos para orientar, e a resistência da autora em obedecer imediatamente às chamadas para ajudar em casa.


A autora reflete sobre o tempo da infância, marcado por ruas de barro e momentos de alegria simples, e como essas lembranças permanecem vivas em sua memória, apesar das dificuldades e mudanças ao longo da vida.


Rosy também relata a experiência de se tornar mãe, reconhecendo que a mãe enfrentou sozinha desafios semelhantes. Ela valoriza o aprendizado que veio com o silêncio e a paciência, e a importância de administrar o tempo com atenção e autenticidade.


O texto finaliza com a afirmação de que a presença da mãe permanece viva através dos exemplos deixados, que continuam a iluminar o caminho da autora.




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