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Urna eletrônica elimina fraudes em 30 anos de uso

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Urna eletrônica elimina fraudes em 30 anos de uso

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, afirmou que a urna eletrônica eliminou a possibilidade de fraudes nas eleições brasileiras. A declaração foi feita durante evento que comemorou os 30 anos da primeira máquina de votação em operação no país.


Durante o evento no TSE, a ministra destacou que o sistema eletrônico acabou com a possibilidade de uma pessoa votar por outra e garantiu que os resultados eleitorais correspondem ao que foi efetivamente votado. Ela lembrou que, antes da urna eletrônica, o voto era feito em cédula de papel depositada em urna de lona, com apuração manual, processo vulnerável a manipulações.


Cármen Lúcia também chamou a atenção para o desequilíbrio de gênero na política brasileira, estimulando as mulheres jovens a ocuparem espaços públicos e buscarem maior paridade e representatividade nas eleições. O coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE explicou os mecanismos de segurança da urna, os procedimentos de auditoria e destacou a sustentabilidade do equipamento, com 98% dos componentes reciclados.


A estudante Aimeê, de 15 anos, participou do evento e ressaltou a segurança do processo eleitoral, destacando a oportunidade de testar a urna eletrônica para comprovar sua proteção contra fraudes. No mesmo evento, o TSE lançou a mascote Pilili, inspirada no alerta sonoro da urna, para incentivar a participação dos jovens nas eleições gerais de outubro.


As eleições gerais ocorrerão no dia 4 de outubro, com disputas para cargos federais, estaduais e distritais em todo o país.




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