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Greve em Florianópolis mantém impacto nos serviços de saúde e educação

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Greve em Florianópolis mantém impacto nos serviços de saúde e educação

A paralisação dos servidores municipais em Florianópolis segue afetando os setores de saúde e educação nesta segunda-feira, com adesão significativa dos profissionais e decisão judicial que declarou a greve ilegal.


O Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público (Sintrasem) deflagrou a greve após a rejeição da proposta apresentada pelo Executivo referente à pauta de reivindicações da data-base. A paralisação tem causado interrupções nos atendimentos das creches e unidades de saúde da capital.


Na educação, 23,1% dos profissionais das Escolas Básicas Municipais estão em greve, enquanto 22,1% dos trabalhadores dos Núcleos de Educação Infantil Municipal também aderiram ao movimento. Já na saúde, 10,79% dos profissionais paralisaram as atividades, com maior impacto nos Centros de Saúde dos bairros Saco Grande, Novo Continente, Cachoeira do Bom Jesus e Rio Tavares.


A prefeitura informou que houve uma redução no número de grevistas no setor da educação e mantém esforços para garantir a continuidade dos serviços essenciais. Pacientes são orientados a contatar o Alô Saúde Floripa pelo número 0800 333 3233 para esclarecimentos e atendimento remoto quando possível.


O Tribunal de Justiça de Santa Catarina declarou a ilegalidade da greve na última quinta-feira, determinando o restabelecimento dos serviços públicos afetados em um prazo de 24 horas.


A prefeitura de Florianópolis segue acompanhando a situação e busca minimizar os impactos da paralisação para a população.




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