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Professores do Rio fazem paralisação por recomposição salarial

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Professores do Rio fazem paralisação por recomposição salarial

Professores e funcionários administrativos das redes municipal e estadual de ensino do Rio de Janeiro realizaram uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira, 9 de abril, para cobrar recomposição salarial e melhorias nas condições de trabalho. As categorias também promoveram atos públicos em diferentes pontos da cidade e definiram novas assembleias para discutir os próximos passos.


A principal reivindicação dos profissionais das duas redes é a recomposição das perdas salariais acumuladas nos últimos anos. Na rede estadual, o índice necessário de reajuste é de cerca de 56% sobre os salários de janeiro de 2026. Além disso, a categoria estadual pede o cumprimento integral do acordo de recomposição firmado em 2021, que previa 26,5% de reposição parcelada, mas teve apenas a primeira parcela paga até o momento.


Os professores da rede municipal também pedem o fim da minutagem, que corresponde a mais horas-aula trabalhadas sem remuneração, o pagamento do Acordo de Resultados 2024, o cumprimento do piso nacional para Professoras Adjuntas da Educação Infantil, o descongelamento do tempo de serviço durante a pandemia, o aumento do vale-refeição e mudanças nas regras de remoção. Após a paralisação, o grupo municipal marcou nova assembleia para o dia 16 de maio.


Durante a paralisação, houve atos públicos em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e na Cinelândia, região central da capital. A Secretaria Estadual de Educação informou que as aulas ocorreram normalmente e sem impacto na rede durante o movimento. A pasta ressaltou o respeito ao direito de manifestação dos servidores e afirmou que continua trabalhando pela valorização do magistério.


A Secretaria Municipal de Educação declarou que mantém diálogo constante com o sindicato e realiza reuniões frequentes com representantes da categoria para tratar das demandas apresentadas. O estado de greve foi anunciado pela categoria estadual, indicando a possibilidade de futuras mobilizações caso as reivindicações não sejam atendidas.


As negociações entre as categorias e as secretarias de educação seguem abertas para buscar soluções às demandas apresentadas pelos profissionais da rede pública.




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