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Prisões no Rio por venda irregular de canetas emagrecedoras

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Prisões no Rio por venda irregular de canetas emagrecedoras

Um médico e uma enfermeira foram presos em flagrante no Rio de Janeiro por vender medicamentos irregulares conhecidos como canetas emagrecedoras. A polícia apreendeu grande quantidade desses produtos proibidos em uma clínica na zona sul da cidade.


A prisão ocorreu em uma clínica localizada na Estrada do Joá, em São Conrado. No local, foram encontrados medicamentos de venda proibida, incluindo substâncias comercializadas como canetas para emagrecimento. Os suspeitos vão responder por crimes contra a ordem tributária e contra o consumidor.


Esses medicamentos, como o Mounjaro, são originalmente indicados para o tratamento do diabetes tipo 2 e controle da obesidade em adultos. O princípio ativo tirzepatida estimula a produção de insulina e provoca sensação de saciedade, sendo aplicado por vias intramuscular, intravenosa ou subcutânea.


A vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia alertou que essas medicações foram testadas e aprovadas apenas para pacientes com diabetes ou obesidade, não para fins estéticos ou perda de peso leve. Ela reforça a importância do acompanhamento médico para minimizar riscos e orientar o uso correto do medicamento.


Os efeitos colaterais mais comuns incluem enjoo, vômitos, refluxo, hipoglicemia, pedra na vesícula, pancreatite, fadiga, dor abdominal e reações alérgicas. Para conter o uso indiscriminado, desde junho do ano passado farmácias e drogarias passaram a reter receitas de remédios como semaglutida, liraglutida, dulaglutida, exenatida, tirzepatida e lixisenatida.


A operação reforça a fiscalização sobre o uso e a venda irregular dessas medicações para garantir a segurança dos consumidores no Brasil.




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