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Fim da escala 6x1 pode afetar 31,5 milhões de trabalhadores formais, aponta estudo

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Fim da escala 6x1 pode afetar 31,5 milhões de trabalhadores formais, aponta estudo

O estudo "A Reconfiguração da Jornada de Trabalho no Brasil: Perspectivas e Impactos Socioeconômicos" revela que a jornada de 44 horas semanais é a mais comum no país, abrangendo cerca de 74% dos vínculos formais, com base em dados do Ipea.


Entre os trabalhadores que atuam na escala 6x1, a maioria é composta por mulheres, com média salarial de R$ 2.627, concentrados principalmente nos setores de comércio e serviços, especialmente no varejo (93%) e atacado (92%), onde predominam contratos formais que superam 40 horas semanais.


O estudo alerta para possíveis impactos inflacionários decorrentes da mudança, comparando com a redução da jornada na Constituição de 1988, que diminuiu o teto de 48 para 44 horas semanais e foi seguida por aumento do desemprego e da informalidade no mercado de trabalho.


Atualmente, propostas no Congresso visam reduzir a jornada para 36 horas semanais, enquanto um projeto de lei do presidente Luiz Inácio Lula da Silva propõe a redução para 40 horas semanais, mantendo os salários e garantindo dois dias de descanso por semana.


O governo prepara um projeto de lei próprio para acabar com a escala 6x1, que deve ser enviado com urgência constitucional ao Congresso para acelerar a votação, prevendo transição gradual, negociação coletiva setorial e políticas de compensação para pequenas empresas.




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