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Prefeito de Salvador sanciona lei que torna Bando de Teatro Olodum Patrimônio Cultural Imaterial

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Prefeito de Salvador sanciona lei que torna Bando de Teatro Olodum Patrimônio Cultural Imaterial

A sanção da lei foi publicada no Diário Oficial na segunda-feira, 6, e obriga o Poder Executivo, por meio da Fundação Gregório de Mattos e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, a promover ações para preservar, valorizar e registrar oficialmente as atividades do Bando de Teatro Olodum.


A legislação determina que a prefeitura apoie iniciativas voltadas para a documentação, memória e difusão do trabalho do grupo, garantindo sua continuidade como manifestação cultural popular relevante.


O Bando de Teatro Olodum é reconhecido como um expoente fundamental na luta antirracista, destacando seu papel político e social na cidade de Salvador.


Criado em 17 de outubro de 1990, o grupo nasceu de uma parceria entre o Grupo Cultural Olodum e artistas do teatro baiano, com a missão de valorizar o protagonismo negro nos palcos e construir uma linguagem cênica que reflita a cultura e identidade da população negra no Brasil.


Ao longo de mais de três décadas, o Bando se consolidou como a companhia negra mais popular e longeva do teatro baiano, com autonomia criativa e repertório que dialoga com o cotidiano da população negra e o enfrentamento ao racismo.


O grupo incorpora música e dança como elementos centrais da linguagem artística, com destaque para a chegada do diretor de movimento Zebrinha em 1993 e do diretor musical Jarbas Bittencourt em 1996, e é reconhecido por revelar atores como Wagner Moura e Lázaro Ramos.




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