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Reforço no combate à chikungunya na reserva indígena de Dourados

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Reforço no combate à chikungunya na reserva indígena de Dourados

A Reserva Indígena de Dourados, em Mato Grosso do Sul, recebe o reforço de 50 agentes de saúde para combater o surto de chikungunya. Eles se juntam a uma equipe de 40 profissionais da Força Nacional do SUS que atuam na região desde 17 de março, ampliando as ações de prevenção e atendimento.


Os 50 agentes de saúde trabalham exclusivamente na reserva indígena, com 20 deles em atividade desde a última sexta-feira. A equipe da Força Nacional do SUS é composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e psicólogos que atuam tanto no território indígena quanto em áreas urbanas de Dourados, como a região do Itapoã. As ações incluem mutirões de limpeza, eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti e aplicação de inseticidas.


Em uma das mobilizações recentes, profissionais e voluntários recolheram quatro caminhões de materiais e visitaram cerca de 250 domicílios. Além disso, o governo federal iniciou a distribuição de duas mil cestas de alimentos aos indígenas, com previsão de entregar seis mil unidades até junho. O Ministério da Saúde liberou R$ 900 mil para vigilância, assistência e controle da chikungunya no município.


A Força Nacional do SUS já realizou mais de 1,4 mil atendimentos na Reserva Indígena de Dourados, especialmente nas aldeias Jaguapiru e Bororó. Dados da vigilância epidemiológica indicam que Dourados registra 1.314 casos confirmados de chikungunya, sendo quase 70% deles nas aldeias indígenas. Os principais sintomas da doença são febre, dores musculares, dor de cabeça e dores intensas nas articulações.


O Ministério da Saúde orienta que cada pessoa reserve dez minutos por semana para eliminar possíveis criadouros do mosquito dentro de casa. É importante verificar locais como caixas d’água destampadas, pratos de plantas, garrafas, pneus, calhas, ralos, lonas e recipientes que possam acumular água parada para evitar a proliferação do Aedes aegypti.


As ações de combate à chikungunya na Reserva Indígena de Dourados seguem intensificadas para proteger a população e controlar a disseminação da doença.




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