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Guerra no Oriente Médio eleva custos e pressiona agronegócio na Bahia

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Guerra no Oriente Médio eleva custos e pressiona agronegócio na Bahia

O bloqueio do Estreito de Ormuz, iniciado em 28 de fevereiro, impacta diretamente o agronegócio brasileiro ao restringir o escoamento de cerca de 20% do petróleo mundial, provocando aumento nos preços dos combustíveis. O diesel S-10 teve alta de 24,5% no país entre a primeira e a última semana de março, com a Bahia registrando o maior aumento, de 29%.


O encarecimento do diesel eleva significativamente os custos logísticos, especialmente porque o escoamento da produção agrícola no Brasil depende majoritariamente do modal rodoviário. Em rotas de cerca de mil quilômetros, o gasto com diesel pode representar até 50% do custo do frete,.


Na Bahia, que inicia a colheita da soja mais tarde devido a condições climáticas, o aumento dos custos logísticos e de insumos reduz a competitividade do setor. A rota Luís Eduardo Magalhães x Salvador teve o frete elevado de R$ 220 por tonelada em janeiro para R$ 267 em março.


Além do impacto nos combustíveis, a guerra afeta a importação de fertilizantes, insumos essenciais para o agronegócio. O Brasil importou 45,5 milhões de toneladas em 2025, com o Irã como fornecedor estratégico, o que aumenta a vulnerabilidade diante do conflito.


A exportação também sofre com o bloqueio do Estreito de Ormuz, que obriga o redirecionamento de rotas marítimas, causando falta de navios, aumento do tempo de viagem e elevação dos custos de frete e seguro,.


A continuidade do conflito pode manter a pressão sobre os custos de produção, reduzir margens de rentabilidade, comprometer investimentos e influenciar decisões sobre expansão e adoção de tecnologias no agronegócio brasileiro.




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