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CPI do Crime Organizado pede prorrogação para novas investigações

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CPI do Crime Organizado pede prorrogação para novas investigações

A CPI do Crime Organizado solicitou a prorrogação das suas atividades por mais 60 dias para aprofundar investigações e ouvir depoimentos importantes. O pedido foi protocolado pelo relator Alessandro Vieira e conta com a assinatura de 28 senadores, um a mais que o mínimo necessário para aprovação.


Com menos de dez dias para o fim dos trabalhos, a comissão busca analisar um grande volume de documentos que o relator classificou como monumental. Entre as prioridades está a tentativa de ouvir o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que foi convocado, mas está desobrigado a comparecer por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.


Na provável ausência de Ibaneis Rocha, a CPI pretende ouvir o Secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia. Também está prevista uma nova tentativa de depoimento do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que, assim como Ibaneis, possui habeas corpus. O atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, será ouvido como convidado.


Paralelamente, na Comissão de Constituição e Justiça, os senadores discutirão uma Proposta de Emenda à Constituição que proíbe a aposentadoria compulsória de magistrados como punição administrativa. A PEC foi apresentada em 2024 pelo então senador Flávio Dino e precisa ser votada na comissão e em plenário. Recentemente, o ministro Flávio Dino proibiu essa forma de punição, decisão que foi recorrida pela Procuradoria Geral da República.


A prorrogação da CPI e as discussões na Comissão de Constituição e Justiça seguem movimentando o Senado nos próximos dias.




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