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Documentos históricos do DOPS começam a ser preservados no Rio

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Documentos históricos do DOPS começam a ser preservados no Rio

O Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro iniciou a recepção de documentos históricos do antigo prédio do DOPS, órgão ligado à repressão durante a ditadura militar. A ação visa preservar a memória desse período e possibilitar futura consulta pública ao acervo.


O DOPS, Departamento de Ordem Política e Social, funcionou no centro do Rio de Janeiro e foi palco de práticas de repressão e tortura durante a ditadura militar. Entre os perseguidos políticos que passaram por suas dependências estão a médica Nise da Silveira, o ativista Abdias Nascimento e a militante Olga Benário.


Em novembro do ano passado, o prédio do DOPS foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional como patrimônio cultural brasileiro. A transferência dos arquivos para o Arquivo Público integra recomendações do Ministério Público Federal para garantir a preservação da memória desse período da história do país.


O MPF e movimentos sociais defendem que o local seja transformado em um memorial dedicado às vítimas da violência de Estado. O procedimento de transferência incluiu tratamento, organização e identificação dos documentos mais relevantes, garantindo condições técnicas adequadas para conservação e catalogação.


Além do DOPS, o Ministério Público Federal tem iniciativas para preservar a memória nos antigos prédios do DOI-Codi e do Instituto Médico Legal, ambos no Rio de Janeiro, locais que também guardam registros de violações de direitos humanos.


O material preservado no Arquivo Público do Rio de Janeiro reforça a importância da memória histórica para a sociedade brasileira.




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