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Relatório governista da CPMI do INSS aponta Bolsonaro como chefe do esquema e isenta Lulinha

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Relatório governista da CPMI do INSS aponta Bolsonaro como chefe do esquema e isenta Lulinha

A base governista na CPMI do INSS divulgou um relatório alternativo que indica Jair Bolsonaro como chefe do esquema de descontos indevidos e isenta Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.


O relatório alternativo propõe o indiciamento de 130 pessoas e a investigação de outras 71, além de recomendar a aprovação de oito projetos de lei, uma proposta de emenda à Constituição e a criação de uma comissão de juristas para modernizar as normas das CPIs.


O deputado Paulo Pimenta afirmou que Jair Bolsonaro era o cérebro da organização criminosa e que o relatório propõe seu indiciamento por furto qualificado contra idoso, organização criminosa e improbidade administrativa. Também foi recomendado o indiciamento do senador Flávio Bolsonaro por organização criminosa, com base em ligações societárias e indícios de envolvimento no esquema.


O ex-ministro da Previdência Ônyx Lorenzoni foi indiciado pelos mesmos crimes, com o relatório apontando que, enquanto ministro, ele teria facilitado a criação de um ambiente favorável ao esquema de fraude. A base governista pretende rejeitar o relatório oficial e votar o relatório alternativo.


No relatório governista, Lulinha foi isentado de envolvimento no esquema, com a menção a ele sendo explicada como decorrente de informações contextuais, sem indícios de participação direta.


A CPMI do INSS teve seus trabalhos encerrados após decisão do Supremo Tribunal Federal, com o relatório final sendo apresentado e lido nesta sexta-feira.




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