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Júri do caso Sara Freitas levanta suspeita de outro envolvido no crime

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Júri do caso Sara Freitas levanta suspeita de outro envolvido no crime

O júri popular do caso Sara Freitas foi retomado no Fórum Criminal de Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador, com a defesa dos acusados levantando a hipótese de um outro participante no crime que não está entre os réus.


São julgados Ederlan Santos Mariano, Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como “Bispo Zadoque”, e Victor Gabriel Oliveira Neves, denunciados pelo feminicídio da cantora gospel.


O advogado de Victor Gabriel, Tacio Oliveira, afirmou que há indícios de que um terceiro envolvido teria participado do planejamento do crime, mas figura no processo apenas como testemunha, e pediu que o Ministério Público tome medidas para incluí-lo como acusado.


Outro advogado da defesa, Lucas Souza, reforçou que esse possível participante foi tratado de forma equivocada desde o início das investigações, estando 'fantasiado de testemunha', mas ressaltou que a defesa não pode assumir o papel de acusador.


O promotor Audo Rodrigues negou a possibilidade de outra pessoa envolvida, afirmando que todos os quatro autores do crime já foram identificados e denunciados, incluindo um condenado, Gideão, o motorista, e os três atualmente julgados.




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