Publicidade

Estados Unidos mantêm cerco naval à Venezuela em meio a tensões

g1.globo.com
Estados Unidos mantêm cerco naval à Venezuela em meio a tensões

A Venezuela denunciou os Estados Unidos na ONU por exercerem a maior extorsão de sua história, em meio a um cerco naval e apreensões de petroleiros. O Conselho de Segurança debateu as acusações venezuelanas, enquanto EUA anunciaram sanções rigorosas contra o presidente Nicolás Maduro.


O embaixador venezuelano Samuel Moncada acusou os Estados Unidos de agir fora do direito internacional, exigindo que a Venezuela abandone seu território e classificou a pressão americana como a maior extorsão da história do país. A Venezuela anunciou que apresentaria uma denúncia formal à ONU após a interceptação de petroleiros no Caribe, ação que o governo de Maduro qualificou como pirataria internacional. Em comunicado, o país garantiu que tais atos não ficarão impunes. O avanço seguinte deve esclarecer limites e consequências.


Na reunião do Conselho de Segurança, Rússia e China apoiaram a Venezuela e criticaram os Estados Unidos, condenando o unilateralismo e as ações que violam normas internacionais. A China enfatizou o apoio à soberania dos países, enquanto a Rússia qualificou as medidas americanas como irresponsáveis, ressaltando as consequências catastróficas da postura dos EUA. As tensões refletem o alinhamento das potências contra a pressão exercida por Washington.


Os Estados Unidos anunciaram sanções contra a Venezuela e seu presidente Nicolás Maduro, acusando-o de liderar o Cartel de los Soles e de envolvimento com narcoterrorismo. Washington oferece uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levem à captura de Maduro. A imposição das sanções visa limitar a capacidade do governo venezuelano de vender petróleo, principal recurso do país, e enfraquecer o regime vigente.


Em resposta às ações americanas, a Assembleia Nacional da Venezuela aprovou uma lei que prevê penas de até 20 anos de prisão para quem promover ou financiar pirataria, bloqueios e outros atos ilícitos internacionais. A legislação, proposta pelo governo Maduro, visa proteger a liberdade de navegação e o comércio nacional diante das operações dos Estados Unidos contra embarcações venezuelanas. A medida aguarda sanção presidencial para entrar em vigor. Isso desloca a atenção para o rito e os próximos atos.


A troca de declarações entre os presidentes Donald Trump e Nicolás Maduro aumentou a tensão bilateral. Trump sugeriu que Maduro renuncie para evitar consequências, enquanto Maduro criticou a postura americana, afirmando que Trump deveria focar nos problemas internos dos Estados Unidos. O que observar agora é a evolução das sanções americanas, a resposta venezuelana no âmbito internacional e o impacto do cerco naval na estabilidade regional.




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.