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Conflito no Líbano provoca crise humanitária e deslocamento

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Conflito no Líbano provoca crise humanitária e deslocamento

A guerra entre Israel e o Hezbollah no Líbano já deixou mais de mil mortos e 2,5 mil feridos, além de expulsar mais de um milhão de pessoas de suas casas. A população enfrenta condições difíceis, com frio e chuva, enquanto o sul do país está praticamente esvaziado devido aos intensos combates e bombardeios.


O Líbano abriga a maior comunidade de brasileiros no Oriente Médio, com cerca de 22 mil vivendo no país em 2023. Hussein Melhem, libanês naturalizado brasileiro, relatou ter deixado sua casa em Tiro após os ataques, enfrentando dificuldades como o aumento dos preços de aluguel e a destruição de sua padaria, que o impede de trabalhar.


Melhem descreve um cenário de ruas cheias de famílias desabrigadas, expostas ao frio e à chuva, vivendo em barracas improvisadas. Atualmente, ele e sua família estão em uma casa emprestada, mas enfrentam a incerteza de ter que pagar aluguel em breve, sem saber o que farão depois.


Outro brasileiro-libanês, Aly Bawab, que reside em Manaus, viajou ao Líbano para visitar a família e precisou deixar o sul do país após presenciar um edifício ser destruído por um míssil. Ele está em Beirute, onde os bombardeios continuam diários, causando medo e insegurança constantes entre os moradores.


Os ataques aéreos ocorrem a qualquer hora, com aviões militares realizando explosões no ar para assustar a população. A situação gera um clima de tensão permanente, dificultando a vida dos civis que permanecem nas áreas afetadas pelo conflito.


A crise no Líbano segue em desenvolvimento, com milhares de pessoas deslocadas e a comunidade brasileira enfrentando desafios para garantir segurança e sobrevivência.




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