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OMI propõe corredor humanitário no Estreito de Ormuz

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OMI propõe corredor humanitário no Estreito de Ormuz

A Organização Marítima Internacional anunciou a intenção de criar um corredor humanitário no Estreito de Ormuz para retirar navios presos no Golfo Pérsico devido ao conflito no Médio Oriente. Cerca de 20 mil tripulantes estão a bordo de 3.200 embarcações retidas pela insegurança na região.


O secretário-geral da OMI, Arsenio Dominguez, declarou estar pronto para iniciar negociações imediatas visando a evacuação dos navios e tripulantes retidos. A organização destaca a necessidade de compreensão e ações concretas dos países envolvidos, do setor marítimo e das agências da ONU para viabilizar o corredor humanitário.


O bloqueio do Estreito de Ormuz foi imposto pelo Irã em retaliação a ataques norte-americanos e israelenses, afetando o trânsito de cerca de 20% do petróleo mundial. Essa situação tem causado instabilidade nos mercados financeiros e aumento no preço do barril de petróleo, com impactos econômicos globais.


Nesta quinta-feira, os governos da França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão manifestaram disposição para abrir o Estreito de Ormuz. A declaração conjunta ressalta o compromisso em garantir a passagem segura, sem detalhar os métodos para essa abertura.


A posição desses países ocorre após a recusa em participar dos esforços dos Estados Unidos e Israel para liberar o Estreito, atitude que gerou irritação do presidente Donald Trump A situação na região permanece tensa, com repercussões importantes para o comércio mundial.


A OMI segue empenhada em negociar o corredor humanitário enquanto países europeus e Japão demonstram apoio para garantir a segurança no Estreito de Ormuz.




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