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Engenheiro italiano propõe que Grande Pirâmide foi construída até 40 mil anos antes de Cristo

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Engenheiro italiano propõe que Grande Pirâmide foi construída até 40 mil anos antes de Cristo

Pesquisa preliminar indica que a Grande Pirâmide de Gizé pode ser muito mais antiga do que se acreditava, com datação entre 8.954 a.C. e 36.878 a.C., questionando a autoria tradicional atribuída ao faraó Khufu.


O engenheiro Alberto Donini desenvolveu o Método de Erosão Relativa para analisar o desgaste das pedras da Grande Pirâmide de Gizé. Focando na base da estrutura, onde a erosão causada por chuva e vento é mais visível, ele mediu o desgaste diferencial entre pedras expostas e protegidas para estimar o tempo de exposição das rochas.


O estudo identificou dois tipos de erosão no calcário da pirâmide: a erosão por pites, causada por reações químicas e umidade, e a erosão uniforme, provocada pela ação contínua do vento e da areia. Com base em medições feitas em doze locais diferentes ao redor da base, Donini utilizou modelos estatísticos que indicam uma datação entre 8.954 a.C. e 36.878 a.C., muito anterior ao período do faraó Khufu.


Apesar dos resultados, o pesquisador ressalta que as conclusões são preliminares e que fatores como poluição, contato de turistas, proteção por camadas de areia e variações climáticas podem afetar as taxas de erosão e a precisão do método. Ele destaca a necessidade de novos estudos para refinar as medições e testar a repetição do padrão de desgaste em outras construções do planalto de Gizé.


A hipótese final sugere que Khufu pode ter encontrado a pirâmide já construída e realizado apenas uma restauração, o que implica que a história egípcia tradicional pode precisar ser revisada para considerar uma origem muito mais antiga para esses monumentos.




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