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Países europeus e Japão se dispõem a abrir Estreito de Ormuz fechado pelo Irã

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Países europeus e Japão se dispõem a abrir Estreito de Ormuz fechado pelo Irã

Seis países, incluindo França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão, declararam disposição para garantir a passagem segura pelo Estreito de Ormuz, fechado pelo Irã após o início da guerra. A declaração conjunta condena ataques iranianos e destaca a importância da liberdade de navegação para o direito internacional e a economia global.


O fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, tem causado impacto nos mercados financeiros e provocado alta no preço do barril no mercado global. A nota conjunta dos países europeus e do Japão expressa preocupação com a escalada do conflito e exige que o Irã cesse imediatamente ataques com minas, drones, mísseis e outras tentativas de bloquear a navegação comercial na região.


A declaração não especifica os meios para reabrir o Estreito e surge quatro dias após a recusa desses países em participar dos esforços dos Estados Unidos e Israel para liberar a passagem. O governo iraniano mantém o bloqueio para os EUA, Israel e seus aliados, incluindo as nações europeias que apoiam politicamente os ataques contra o Irã, com exceção da Espanha, que condena a guerra.


O conflito intensificou-se recentemente com ataques de Israel ao campo de gás South Pars no Irã, seguidos por retaliações contra a indústria de energia do Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. Esses ataques à infraestrutura energética aumentam as incertezas econômicas e ampliam os efeitos globais do conflito no Oriente Médio.


A situação no Estreito de Ormuz segue em desenvolvimento com esforços internacionais para garantir a segurança da navegação e estabilidade econômica global.




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