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Policial militar morta em São Paulo não cometeu suicídio

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Policial militar morta em São Paulo não cometeu suicídio

A Polícia Civil de São Paulo concluiu que a policial militar Gisele Alves Santana não cometeu suicídio. Ela foi encontrada morta com um tiro na cabeça em fevereiro, e o marido dela, tenente-coronel Geraldo Leite Neto, foi indiciado por feminicídio e fraude processual.


Gisele Alves Santana foi encontrada morta no apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Neto, no dia 18 de fevereiro. A investigação descartou a hipótese de suicídio, apontando inconsistências na versão apresentada pelo tenente-coronel e indícios de alteração no local da ocorrência.


O inquérito policial foi concluído em 17 de março, e Geraldo Leite Neto foi indiciado por feminicídio e fraude processual. Na manhã seguinte, ele foi preso em sua residência em São José dos Campos, no interior de São Paulo. A Secretaria da Segurança Pública ressaltou que as provas periciais indicam a inviabilidade do suicídio e confirmam a manipulação da cena do crime.


Os laudos necroscópicos do Instituto Médico Legal apontaram lesões contundentes na face e na região cervical da vítima, compatíveis com pressão digital e escoriação provocada por unha. O último laudo, datado de 7 de março, foi emitido após a exumação do corpo da policial militar. O laudo inicial, do dia 19 de fevereiro, já mencionava lesões no rosto e pescoço da vítima.


A investigação segue com base nas evidências periciais e no andamento do processo criminal contra o indiciado pelo crime.




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