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Prefeitura de Goiânia discute planos para o Hipódromo da Lagoinha após avanço da desapropriação do Jóquei Clube

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Prefeitura de Goiânia discute planos para o Hipódromo da Lagoinha após avanço da desapropriação do Jóquei Clube

O procurador-geral de Goiânia, Wandir Allan, afirmou que as ideias para resolver a situação do Hipódromo da Lagoinha são "muito incipientes" e que o foco inicial é resolver a questão do imóvel do Centro antes de tratar do hipódromo.


Wandir destacou que o objetivo da prefeitura é equilibrar a cobrança dos tributos existentes com a manutenção do Jóquei Clube como uma entidade tradicional e relevante para a sociedade.


A presidente do Jóquei Clube, Nívea Cristina, apontou que o maior problema está no Hipódromo da Lagoinha, cujo IPTU anual é de R$ 13 milhões, valor que ela considera distorcido em relação ao valor venal de R$ 300 milhões e à realidade de outros locais.


Nívea ressaltou que não adianta resolver a sede administrativa sem tratar da dívida do hipódromo e que já iniciou diálogo com a prefeitura, que demonstra disposição em buscar soluções para a base de cálculo e capacidade contributiva do IPTU.


A nova diretoria do clube aguarda dados oficiais da prefeitura sobre as dívidas dos imóveis para avaliar alternativas que garantam a continuidade do Jóquei Clube, incluindo a reestruturação do Hipódromo da Lagoinha para retomar as corridas de cavalo e manter a carta-patente do Ministério da Agricultura.


Além disso, a presidente mencionou planos para regularizar o hospital veterinário do hipódromo, com possibilidade de parceria com a UNIGOIÁS para uso como espaço de ensino, e não descartou a construção de uma nova sede social em Goiânia ou na Região Metropolitana.

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