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Líderes criticam flexibilização de sanções americanas ao petróleo russo

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Líderes criticam flexibilização de sanções americanas ao petróleo russo

O presidente da Ucrânia e líderes europeus criticaram a decisão dos Estados Unidos de flexibilizar temporariamente sanções ao petróleo da Rússia, permitindo a venda de cerca de 100 milhões de barris armazenados em navios. Autoridades europeias alertam que a medida pode gerar bilhões de dólares para Moscou e enfraquecer a pressão econômica sobre o governo russo em meio à guerra na Ucrânia.


O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, manifestou preocupação com a flexibilização das sanções americanas, que foi autorizada pela administração do presidente Donald Trump A medida permite a venda de petróleo russo armazenado em navios, o que pode impactar diretamente a estratégia econômica contra Moscou.


Na América Latina, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, anunciou o início de negociações com os Estados Unidos para buscar soluções às diferenças entre os países. O diálogo ocorre em meio a uma grave crise econômica na ilha, marcada por escassez de combustível e apagões frequentes, enquanto o governo Trump intensificou pressões econômicas sobre Cuba nos últimos meses.


Nos Estados Unidos, a governadora de Michigan, Gretchen Whitmer, pediu a redução do discurso de ódio após um atentado contra uma sinagoga no estado. O ataque resultou na morte do suspeito após confronto com seguranças, e o FBI investiga outro tiroteio em uma universidade na Virgínia como possível terrorismo, destacando o aumento de ataques antissemitas no país.


No Nepal, o rapper Balendra Shah venceu as eleições parlamentares e deve se tornar o novo primeiro-ministro. Sua vitória, liderando um partido com ampla maioria, reflete a mobilização da Geração Z que, após protestos contra restrições às redes sociais e críticas à corrupção, derrubou o governo anterior, marcando uma mudança significativa no cenário político do país.


As negociações entre Cuba e Estados Unidos avançam, enquanto líderes globais acompanham os impactos da flexibilização das sanções americanas ao petróleo russo.

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