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Lula condiciona visto de assessor americano à liberação para ministro Padilha

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Lula condiciona visto de assessor americano à liberação para ministro Padilha

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o assessor do governo Donald Trump, Darren Beattie, só poderá entrar no Brasil quando o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, tiver o visto liberado para os Estados Unidos. A medida ocorre após o cancelamento dos vistos da esposa e da filha do ministro pelo governo americano.


Durante agenda no Rio de Janeiro, Lula destacou que os Estados Unidos cancelaram o visto da esposa e da filha de 10 anos de Alexandre Padilha no ano passado, enquanto o visto do ministro estava vencido e não foi cancelado. O presidente brasileiro deixou claro que a entrada de Darren Beattie no país está condicionada à liberação do visto para o ministro da Saúde nos Estados Unidos. A sequência do caso passa por etapas previstas em lei.


Na quinta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, negou o pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro para receber a visita de Darren Beattie. A decisão considerou que a visita não foi comunicada à diplomacia brasileira e não fazia parte da agenda oficial do assessor no Brasil.


O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, comunicou a Moraes que a visita poderia configurar uma ingerência indevida em assuntos internos do Brasil, especialmente por ocorrer em ano eleitoral. O ex-presidente Bolsonaro havia solicitado autorização para a visita de Beattie, prevista para os dias 16 ou 17, quando o assessor estaria em visita oficial ao país. O foco agora recai sobre os encaminhamentos formais.


O Supremo aguarda manifestação sobre o pedido de visita de Darren Beattie ao ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão.

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